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Fim da neutralidade na rede, compra da Fox pela Disney, whatsapp no Facebook e mais.. | V4 NEWS

V4 News – 18/12/2017

Disney compra parte da Fox por US$ 52 bilhões

grupo Walt Disney anunciou nesta quinta-feira (14) que comprou parte da 21st Century Fox por US$ 52,4 bilhões. A transação inclui os estúdios de cinema e TV, redes de entretenimento a cabo e empresas internacionais de TV do magnata Rupert Murdoch.

Fox Broadcasting, Fox News, Fox Business, FS1, FS2 e Big Ten Network ficaram de fora da operação e continuam sob o controle de Murdoch.

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Já as franquias como X-Men, Avatar, Simpsons, além de canais como FX Networks e National Geographic, farão parte do portfólio da Disney.

A Disney também assumirá a dívida líquida da Twenty-First Century Fox de cerca de US$ 13,7 bilhões.

Trata-se da 4ª maior transação da história indústria de mídia e a maior aquisição já feita pela Disney, segundo a empresa de consultoria Dealogic. Veja lista mais abaixo

A compra também inclui a Endemol, que é dona dos formatos de populares programas de TV, como “Big Brother”, “Masterchef” e da série “Black Mirror”.

Por meio da participação da Fox no serviço de transmissão de vídeo Hulu, a Disney assumirá o controle majoritário de um dos principais concorrentes do Netflix. A Comcast Corp e Time Warner Inc também possuem participação no Hulu.

Acionistas da Fox irão receber 0,2745 ação da Disney por cada uma de suas ações. Isso representa um valor de US$ 29,50 por ação pelos ativos que a Disney está comprando, de acordo com cálculos da Reuters com base no preço da ação da Disney no fechamento do mercado na quarta-feira (13).

A transação ainda está sujeita a aprovações regulatórias e de seus acionistas, mas a previsão é de que o negócio seja concluído entre 12 e 18 meses.

O presidente-executivo da Disney, Bob Iger vai estender seu mandato até o final de 2021 para supervisionar a integração dos negócios da Fox. Ele já adiou sua aposentadoria da Disney três vezes. Em março, ele disse que estava empenhado em deixar o empresa em julho de 2019.

“A aquisição desta coleção estelar de empresas da 21st Century Fox reflete a crescente demanda dos consumidores por uma rica diversidade de experiências de entretenimento que são mais convincentes, acessíveis e convenientes do que nunca”, disse Iger.

 

Facebook libera aos anunciantes inclusão de botão para enviar mensagens pelo WhatsApp

Nesta última quarta-feira (13), o Facebook lançou uma nova ferramenta para marcas e empresas que trabalham com anúncios patrocinados dentro da rede social. Trata-se de um novo botão de chamada para ação (Call-To-Action, o famoso), que possibilita os usuários enviarem uma mensagem para o perfil diretamente pelo WhatsApp.

Não é segredo para ninguém que o WhatsApp é a maior plataforma de comunicação vigente atualmente no Brasil. Tanto que pequenos empreendedores usam e abusam de fechar negócios e transações diretamente pelo mensageiro, porém gerar leads de posts no Facebook direto para o Whats não era algo fácil.

A maioria das páginas acabava enviando somente para o inbox do Facebook Messenger ou usando imagens para mostrar o número do WhatsApp da página. Mas agora isso vai ficar mais fácil. Ao criar um anúncio de uma publicação, a página pode obtar por cadastrar o número do WhatsApp com uma mensagem padrão, que pode ser editada e enviada pelo cliente para a empresa.

Em outras palavras, é exatamente o que existia para o botão Enviar Mensagem pelo Messenger, amplamente usado, porém agora direcionando para o app do WhatsApp. Esta opção já está disponível a todos os negócios brasileiros, seja usando o Gerenciador de Anúncios, Power Editor ou o aplicativo Gerenciador de Páginas para Android e iOS.

“Muitas pessoas já usam o WhatsApp para se comunicar com pequenos negócios. É um jeito fácil e conveniente para manter contato. Adicionando um botão direto para o WhatsApp nos anúncios do Facebook, as empresas criam uma forma mais fácil para as pessoas conhecerem seus produtos, usarem seus serviços, ou marcar compromissos e consultas”, explica Pancham Gajjar, gerente de marketing de produto do Facebook.

 

Hashtags no Instagram

As hashtags estão mais importantes do que nunca no Instagram! A tão esperada novidade anunciada semanas atrás estreou hoje globalmente: você já pode seguir conteúdos de hashtags específicas para conhecer novas fotos, vídeos e pessoas na rede social. Está mais fácil do que nunca se conectar a interesses, hobbies, paixões, estilos de vida e comunidades.

Todos os dias, milhões de pessoas compartilham fotos e vídeos marcando hashtags importantes, como, por exemplo, #bomdia#amor#animais#fitness, dentre inúmeros outros. Pensando em tornar esses canais de conteúdo encontráveis e seguíveis, agora ao entrar em uma hashtag há a possibilidade de segui-la assim como é com os amigos.

 

Você logo começará a ver os principais posts das hashtags seguidas no Feed e até mesmo Stories da hashtag. Lembrando que você sempre pode deixar de seguir uma hashtag a qualquer momento.

Além disso, também será possível encontrar hashtags que seus amigos e outras pessoas seguem no perfil delas, de forma similar quando é com pessoas. Contudo, se você não gostou dessa parte, não se desespere. De maneira análoga aos seguidores, o Instagram respeita suas configurações de privacidade, permitindo esconder de pessoas que não lhe seguem caso deseje.

Fim da neutralidade de rede nos EUA

A FCC decidiu em 14 de dezembro pelo fim da neutralidade da rede. A votação foi apertada: 3 votos a favor (todos republicanos, do partido do presidente Donald Trump) e 2 contra (ambos democratas).

Entre os argumentos defendidos pela FCC pelo fim da neutralidade, estão a garantia de competitividade e a maior variedade de opções de acesso. A decisão cancelou o que o ex-presidente Barack Obama assinara em 2015, uma regulamentação semelhante ao que o Brasil já havia decidido em 2014.

Com a mudança, as teles podem bloquear acesso a determinados conteúdos ou sites e reduzir a velocidade de navegação. Para ter acesso livre, elas devem lançar pacotes mais caros ou firmar acordos com empresas.

Ajit Pai, presidente da FCC, disse que a mudança vai ajudar os consumidores no futuro. Pai, que no governo Obama era comissionário da FCC, atuou por dois anos como conselheiro da Verizon, operadora americana e uma das beneficiárias da revogação da neutralidade.

Democratas e ativistas digitais já planejam ações para barrar essa mudança, com propostas de ações na Justiça em vários Estados americanos.

Deputados americanos querem discutir a questão no Congresso, aproveitando o fato de a decisão da FCC não ter sido unânime. Então, apesar da aprovação, a discussão da neutralidade de rede ainda tem algumas batalhas pela frente antes de se tornar realidade.

Por que a decisão nos EUA pode afetar o Brasil

O Brasil é muito influenciado por decisões comerciais aprovadas nos Estados Unidos, apesar do pioneirismo do Marco Civil. Esse é um fator decisivo para a demanda das operadoras.

Então, o fim da neutralidade nos Estados Unidos funciona como um argumento dos lobistas brasileiros junto ao governo, para que o país tome a mesma decisão. É como se agora as operadoras tivessem uma “jurisprudência”.

 

 

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