V4 News Ao Vivo - Listas no Facebook, o fim do McLanche feliz, prejuízo Uber
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Facebook News, Listas, Uber em prejuízo, Apple Watch e mais… | V4 NEWS

V4 News -19/02/2018

O V4 News está de cara nova. Desde fevereiro de 2018, agora falamos sobre as notícias importantes sobre do nosso mercado sempre às 19h e sempre AO VIVO.

Além de poder responder à alguns comentários e discutir outros assuntos com a galera que acompanha a live, também abordamos as seguintes notícias:

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Facebook faz mais atualizações pessoais e entende melhor os usuários com o lançamento do novo recurso Listas

A caixa de atualização de status do Facebook está recebendo um novo recurso chamado Listas, que começa a ser lançado hoje. Esta é a primeira grande atualização para o campo de entrada desde o lançamento de origens coloridas há pouco mais de um ano e também serve como forma de incentivar os usuários do Facebook a compartilharem mais conteúdo pessoal. O recurso, como parece, permite aos usuários fazer listas de tudo o que escolherem – Resoluções de Ano Novo, Para fazer, restaurantes para tentar, idéias de viagem e muito mais. Os usuários podem criar suas próprias listas com fundos coloridos e decorá-los com emoji. As listas também são projetadas com a idéia de que os amigos podem copiar as listas do outro para compartilhar suas próprias opiniões sobre o assunto em questão.

A adição aparece como parte da caixa “O que está em sua mente?” (Atualização de status) como outra opção ao lado de coisas como Enquetes, Sentimento / Atividade, Foto / Vídeo, Check-In, GIF e outros itens.

O objetivo com recursos como esses é empurrar os usuários a postar mais atualizações pessoais – como histórias sobre suas vidas, o que eles estão fazendo e o que estão pensando. Esses tipos de postagens eram uma vez que o pão e a manteiga do Facebook, e atraíam os amigos para voltar a entrar para ver o que os outros estavam dizendo. Mas ao longo dos anos, o News Feed do Facebook foi preenchido com vídeos, links, notícias, memes, atualizações de páginas do Facebook e, claro, anúncios.

Uber teve prejuízo de U$4,5 Bilhões

Uber divulgou seu resultado financeiro para 2017. O prejuízo líquido foi de US$ 4,5 bilhões, um valor com poucos precedentes na história, segundo a Bloomberg.

A empresa prefere usar outro número para medir suas perdas: US$ 2,2 bilhões. Isso exclui despesas que ocorrem só uma vez, como penalidades jurídicas — incluindo os US$ 245 milhões para encerrar a disputa judicial com a Waymo. O “EBIT ajustado” também não considera juros, impostos e remuneração baseada em ações.

Ainda assim, o prejuízo é enorme. Se o Uber não paga pelos carros, nem pelo combustível e manutenção, como eles perdem tanto dinheiro?

Há alguns motivos. Em primeiro lugar, desenvolver uma infraestrutura global custa caro. Isso inclui o software para combinar motoristas e passageiros, e os servidores para manter tudo funcionando.

Além disso, o Uber precisa estimular motoristas a entrar no serviço. Isso envolve pagar bônus que, segundo a Reuters, chegaram a ultrapassar US$ 1.000 nos EUA.

Para conquistar espaço, o Uber precisa gastar dinheiro, e nem sempre consegue aumentar tarifas para compensar isso. A empresa tem concorrentes fortes ao redor do mundo, como o Lyft nos EUA e o Grab no Sudeste Asiático — são dois mercados em que “não seremos lucrativos tão cedo”, diz o CEO Dara Khosrowshahi.

E, claro, o Uber está investindo forte em carros autônomos — o que também custa caro. A ideia é que eles substituirão os motoristas no futuro; assim, a empresa poderá reter 100% do valor da viagem. Atualmente, isso gira em torno de 20%.

Apple vendeu mais relógios que a indústria de relógios Suíça.

Segundo a consultoria Canalys, a Apple bateu recorde de 8 milhões de Watches comercializados entre outubro e dezembro de 2017 — este é o maior número de vendas registrado em um trimestre, considerando não apenas a Apple, mas qualquer outra fabricante de wearables. No ano, foram 18 milhões de dispositivos vendidos, 54% a mais que em 2016.

Enquanto isso, a indústria suíça exportou cerca de 2 milhões de relógios por mês em 2017. Nesse número entram, além das gigantes de luxo Rolex, Omega e Tag Heuer, as fabricantes como a Swatch, que vendem relógios mais acessíveis e casuais. É um mercado recente e em crescimento (smartwatch) contra um centenário e em decadência (relógios tradicionais).

O crescimento do Apple Watch foi influenciado pelo lançamento do Series 3, cuja versão com LTE (não disponível no Brasil) teve as vendas mais rápidas da história para um dispositivo da categoria. Ainda assim, esse modelo representou somente 13% das vendas de smartwatches da Apple, contra 35% do Watch Series 3 sem LTE e 48% do Series 2 ou mais antigos.

É provável que as vendas do Apple Watch aumentem mais este ano: a Apple está lançando o relógio em países importantes, como Singapura e Hong Kong, a tempo do Ano Novo Chinês, uma época tradicionalmente boa para o comércio.

Em faturamento, a Apple já é a maior fabricante de relógios do mundo: ela vendeu 15 milhões de Watches entre outubro de 2016 e 2017, ganhando US$ 4,9 bilhões. Enquanto isso, a Rolex, líder do mercado até então, produziu 1 milhão de relógios e obteve receita de US$ 4,7 bilhões.

McDonald’s anuncia mudança no McLanche Feliz de 20 países

O MC lanche feliz vai mudar! A proposta do Mc Donalds é deixar o lanche mais saudável para as crianças o que mostra a preocupação da empresa com o seu público. A mudança tem como objetivo diminuir calorias, sódio, gorduras e açúcar buscando um cardápio com menos de 600 calorias e será feita nos 20 maiores mercados da empresa o que inclui o Brasil.

FACEBOOK NEWS

Facebook inicia em março teste de serviço de assinatura de notícias no iOS. O facebook news vai permitir em março que veículos de imprensa criem serviços de assinatura dentro da rede social em aplicativos para iOS, sistema operacional da Apple. O sistema criado pelo Facebook permite que publicadores de notícias apliquem uma camada de “paywall” às notícias publicadas por eles na rede social. A iniciativa só chegará no próximo mês ao iOS, porque a Apple se opunha a abrir mão de uma porcentagem do dinheiro arrecadado com as assinaturas feitas em seus aparelhos.A taxa da Apple pode chegar até 30% da receita mensal de serviços com sistemas de assinatura e o intuito do Facebook, no entanto, é repassar todo o dinheiro aos veículos de imprensa.

 

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